sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Silenciosos cantares...



Jaz, abruptamente sem medir minha dor,
O predestinado audaz leva-te de mim.
Rudemente sem pressa, sem nenhum pudor!

Agourenta sombra escura fez abrir a terra,
Que até hoje, ainda revolvida assinala.
Tua imagem, que aos meus olhos encerra!

Aponta o volver da tua partida ao fenecer,
Meu olhar cheio de dores e lágrimas, como se...
O morrer explicasse, fosse o simples fato de não viver!

Jazigo-te em meu peito buscando a calma...
Dos meus mais silenciosos cantares
Se for descanso que tu trás pra alma...

E as dores que sinto saudades ao lembrar,
É descanso Oh! Morte... Miserável de mim!
Esse fadário que não posso mais suportar...

Sem ti, não poderei amar, além do teu olhar bonito.
Na campa final, podeis vir bruscamente me arrastar!
Leva-te de mim além dos tempos... Do teu infinito!

Porque já me tirastes, Oh! Morte...
A quem sempre amei em vida por vezes,
Vai para o sepulcro, levar a minha sorte.

Sobeja “Sombra Negra”, nefasta sem igual,
O que eu sempre mais quis, tu roubas de mim.
Faz em festa agora, regozija meu cortejo final!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Saudades...



Sei meus dotes...
As minhas trilhas a caminhar,
Acompanho nossa sonora canção!

Chamo-te e não vens...
Choro, fecho tudo em mim...
Fecho meu coração!

Chamo-te outra vez...
Tens dó... Dó de mim amor,
Preciso do teu zelo!

Do teu olhar,
As carícias do teu modo
Teu modo de ser e de amar!

Não me abandone,
Não seja assim, fica amor,
Perto de mim!

sábado, 14 de novembro de 2009

Teu cheiro...


Teu cheiro,
Suave me vem...

Tu esta aqui amor?
Não te espantas... Fica mais!
Não é hora de ir, conta-me da tua paz...

Se choro... Ah! Não rias de mim,
Assim é pra quem ficou com saudades
Quero-te mesmo assim!

Não me negue teu afeto,
Mesmo de tão distante, sinto-te,
Aqui comigo, tão perto!

Sinto teu perfume,
Suave... por um instante, leve e sereno,
Amo-te! Mesmo assim!

Sei...
Outros dias, tu sempre virá.
Meu choro não te tormenta...
É a dor...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vaga-me...




Faz seis,
É quase noite,
Que falta você me faz!

Minha tormenta,
E não saber ao certo,
A dúvida de que, se você virá!

Minha alma,
Intriga-me, muito me faz,
Sentir dentro de mim, falta de ti!

Ah! Por quê?
Nem sei de mim,
Que falta você me traz!

Faz seis...
É quase noite!

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Quando... Deus chama!
Pressentimos uma despedida,
Alguém que inerte, vai-se de nós!

Minha eterna “Lina Walquiria”!
Jamais aceitarei de ti esse triste “adeus”!
Somente durma em paz minha querida.

Meus beijos intermináveis!
Até que possamos refazer,
... Outra vez!