
Mandei adormecer
Minha estrela ascendente
Por um instante...
Sirvam-se em taças,
Desse vinhedo fidalgo...
Deglute o último gole do aresto.
Joga-me sonolento, Namah Shiva!
No labirinto dos teus sonhos,
Sirvam Dionísio, Om Shiva...
Oh! “deus da alegria, do prazer”
Tu és abastada em argúcia
Qual tal, tua maneira afrodite de olhar.
Sóis bela... Bem aventurada.
Faça-me, teu “Monte de Sião”
Alimenta do altivo min’alma...
Abranda esse me jeito arredio
Cuida de mim... Com tua luz!
Amaina-me... Eros,
Ao sonoro da tua mantra!
"Io! Io! Dendrites!" ...
"Io! Io! Dendrites!" ...
"Io! Io! Dendrites!" ...
"Io! Io!"
Veja em:
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1985679
Poema de Ralavus