quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Dias de partir...



Em dias supinos,
Ou noites tardias
De lua branda.

No dia em que...
Eu não voltar...
Ore por mim.

Devo estar no sem fim,
No infinito mais alto...
Desgarrando da minh’alma.

Rebuscando meu ser...
Sendo feliz! Sendo eu mesmo,
Na “infinitude” do tempo!

Poetrix: Yooz Guarreth

domingo, 27 de dezembro de 2009

Tuas cartas


Hoje...
Nem sei de mim,
Lancei mão das tuas cartas!

Dobradas e amarelas
Pelo tempo que se desfez
Que já se foi!

Reordenei, coloquei-as aqui...
Aos meus olhos, bem perto de mim,
Pra eu ler quando me encontrar!

Ainda que eu chore,
E o tempo me possa retroceder...
De ti, isso eu sempre guardarei...

Mas hoje...
Nem sei de mim,
Quero me encontrar!

Poema: Yooz Guarreth
Imagem: meuslivros.weblog.com.pt

sábado, 19 de dezembro de 2009

Avocação d'alma



Mandei adormecer
Minha estrela ascendente
Por um instante...

Sirvam-se em taças,
Desse vinhedo fidalgo...
Deglute o último gole do aresto.

Joga-me sonolento, Namah Shiva!
No labirinto dos teus sonhos,
Sirvam Dionísio, Om Shiva...
Oh! “deus da alegria, do prazer”

Tu és abastada em argúcia
Qual tal, tua maneira afrodite de olhar.
Sóis bela... Bem aventurada.

Faça-me, teu “Monte de Sião”
Alimenta do altivo min’alma...
Abranda esse me jeito arredio
Cuida de mim... Com tua luz!

Amaina-me... Eros,
Ao sonoro da tua mantra!
"Io! Io! Dendrites!" ...

"Io! Io! Dendrites!" ...
"Io! Io! Dendrites!" ...
"Io! Io!"

Veja em:
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1985679
Poema de Ralavus

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Tu, vida!



Chamávamos...
De amor!
Chamávamos...
De vida!

Chamávamos às vezes...
De “life sweet”...
Chamava-te sempre
De “my soul”

Chamava-me...
De Anjo!
Chamava-te...
De linda!

Éramos paixão,
Assim, chamávamos...
Com toda benevolência e exação!

Agora...
Chamo-te,
E tu não vens...


Poema de Yooz Guarreth